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Maximize suas oportunidades com a nuvem

Pete Bartolik
3 min. de leitura

Um dos aspectos mais atraentes da computação em nuvem é que, caso não esteja satisfeito com os serviços de determinado fornecedor, você (teoricamente) pode migrar para outro com muito menos esforço do que com provedores de soluções empresariais tradicionais. Atualmente, os CIOs têm um leque quase desconcertante de opções de aplicativos e plataformas na nuvem.

Essa realidade múltipla expande o potencial de uso de softwares corporativos locais com recursos em nuvem. Foi-se o tempo em que era preciso ficar esperando que um grande fornecedor de ERP criasse um novo módulo ou recurso – quem quer inovar tem pressa. A nuvem oferece mais opções e maior agilidade, dando aos CIOs e a seus parceiros de negócios a capacidade de aproveitar aplicativos e tecnologias inovadoras que oferecem vantagens competitivas com poucos empecilhos para iniciar a operação e acelerar o time to value.

De acordo com a pesquisa 2017 State of the Cloud da RightScale, uma empresa média usa ou testa aplicativos em 3,6 nuvens públicas e 4,4 nuvens privadas. A pesquisa indica que 79% das cargas de trabalho são executadas na nuvem, em uma divisão praticamente meio a meio entre ambientes de nuvem pública e privada. Entretanto, a RightScale aponta que os aplicativos de nuvem privada podem incluir cargas de trabalho executadas em ambientes virtualizados existentes ou em ambientes de hardware adaptados para uso em nuvem.

Também é provável que a nuvem tenha sido implantada de forma oportunista (ou até mesmo descuidada) para atender a necessidades específicas. Ou até mesmo em projetos de “Shadow IT”, ou seja, executados sem o conhecimento da administração central de TI. Muitos argumentam que a Shadow IT simplesmente reflete a necessidade das empresas de avançar mais rápido do que o departamento de TI é capaz ou está disposto a fazer.

Escolha do fabricante

Embora haja uma enorme variedade de opções de aplicativos para atender a praticamente qualquer necessidade, os principais provedores de plataformas de nuvem adorariam manter você em contratos de longo prazo.

A Amazon Web Services (AWS), maior fornecedor de nuvem pública, pretende reter em contratos longos os parceiros que lidam diretamente com clientes finais. No evento AWS re:Invent, realizado no novembro passado, Andy Jassy, CEO da AWS, pediu que seus parceiros parassem de hesitar e apostassem tudo na empresa. “A realidade é que vamos direcionar nossos negócios para os parceiros que estiverem comprometidos e que realmente entendam nossa plataforma, pois nossos clientes querem trabalhar com parceiros que entendam os detalhes da AWS”, afirmou Jassy, segundo um relatório da ZDNet.

A Oracle é ainda mais ousada, segundo Jason Bloomberg, presidente da empresa de análise de mercado Intellyx, que fez duras acusações à empresa em entrevista à Forbes. Ele disse que aparentemente a companhia projetou o hardware subjacente para otimizar o software, que “induziu clientes a usarem recursos que não licenciaram” e depois usou auditorias de licenciamento para comprar opções da nuvem, e que aumentou as tarifas para o uso de seu software na AWS ou no Microsoft Azure. Não é de surpreender que a empresa prefira que os clientes executem aplicativos da Oracle na nuvem da Oracle, onde tem mais chances de aumentar os lucros a longo prazo.

Eliminar a dependência

Há uma inclinação natural em TI para temer a dependência a qualquer fornecedor.. E há uma resistência de longa data à ideia de que um único fornecedor possa atender a todas as necessidades. “Existe uma razão para dizer que a busca dos CIOs por uma única plataforma de nuvem que tenha baixo custo, ofereça escalabilidade perfeita e segurança para todos os aplicativos sem prender os clientes a um fabricante é como a busca pelo cálice sagrado: é impossível encontrar algo assim”, escreveu Clint Boulton, redator sênior da CIO.com.

Para maximizar o retorno de investimento em infraestrutura e softwares atuais e futuros, é essencial determinar quais nuvens usar e quando usar.

Os principais fabricantes nunca deixarão de tentar criar estratégias para prender clientes. Logo, os CIOs precisam continuar procurando novas formas de pensar para manter a independência.

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