Reforma Tributária e ERP: Como Preparar-se para as Novas Exigências de 2027
Transcrição
Speaker 1 (00:11):
Bom dia a todos estamos agora já no nosso webinar e meu muito bem-vindo a todos que já estão conectados conosco aqui o dia de hoje é dia que tem temas especiais aqui para a gente a gente vai falar claro que o nosso tema sempre em torno de reforma tributária o nosso tema, sempre trazendo o que nós temos de novidades quanto às entregas e eu já falo, já porque o dia de hoje está pouco melhor ainda eu sou Eduardo Borba. Eu sou vice-presidente aqui da Rimini responsável pela linha de delivery dos serviços e dos serviços que está incluído aqui claro é o atendimento ao suporte e o atendimento à reforma tributária brasileira. Mais uma vez muito obrigado pela participação de todos. Espero que a gente tenha um evento muito produtivo e que traga boas informações para a gente e para vocês. Comigo aqui, eu trago como apresentadores o Wesley o nosso diretor do programa da reforma tributária.
Quando eu falo de programa é tanto os controles internos quanto o acompanhamento do nosso escopo de desenvolvimento e o Felipe Velloso, que é o nosso arquiteto de soluções da linha de produtos sap que também não é algo simples. Tá quando a gente fala de extensão de reforma tributária né do order to cash, do procurement to pay toda a linha de cadeia de valor, tudo isso é muito impactado pela reforma tributária e quando a gente faz desenho de solução, a gente tem que pensar na construção e na escalabilidade dela, e esse é o papel do Felipe Velloso e aqui no dia de hoje essa é a agenda que a gente deve cobrir eu faço aqui a primeira entrada, e o que eu comentei que a gente vai ter dia especial é que a gente está trazendo aqui. No capítulo dois tem Deep Dive Regulatório sobre monofasia e imposto seletivo como parte das atividades nós nos reunimos com um grupo seleto daqui da Rimini para discutir alguns temas que não vou dizer tão polêmicos, mas alguns temas que geram certa dúvida de interpretação de como que a gente poderia implementar e principalmente quais são os impactos no negócio e nós estamos trazendo aqui o que a gente chamou da voz do cliente, nós temos participações especial, não vou dar o spoiler, vou deixar o Wesley fazer as devidas apresentações.
Mas nós temos pouco das nossas recomendações. Quando a gente fala de recomendações, o ponto principal é o que a gente está avistando logo ali na frente, e quais são as precauções e ações que cada de vocês tem que tomar nas instalações ou na casa de vocês. Também a gente vai falar pouco o Velloso vai trazer para a gente, a evolução das entregas, então pouco daquilo que a gente planejou lá no começo do ano falando do nosso calendário de entregas ao longo de 2026, o que a gente já entregou o que está para ser entregue e eventualmente, o que está totalmente em aberto, e vamos para um fechamento, quais são os pontos que achamos que são os pontos chaves para navegar com o menor impacto possível no negócio de vocês e a gente fecha, reforçando alguns lembretes importantes, canais de comunicação e abre para perguntas e respostas. Como em todas as outras séries que a gente fez deste webinar a gente responde o máximo de perguntas possíveis aqui online, então vocês podem todos os participantes podem cadastrar suas perguntas durante a apresentação, vão colocando ali no chat.
As suas perguntas tem lá, botãozinho ali de perguntas e respostas para cadastrem as perguntas ao final desta posteriormente e este webinar ele vai ficar gravado depois a gente vai liberar ele no nosso youtube. A gente manda o link para todos os participantes para que você possa reassistir o conteúdo ok. Sem mais delongas, eu vou trazer aqui slide que já está velhinho, mas ele me acompanha desde o ano passado, trazendo aqui pouco do lembrete. Então assim qual é o roadmap que foi previsto pelo governo brasileiro de reforma tributária. Saiu lá uma emenda constitucional, declarando o que era. Ela foi sancionada em janeiro de 2025. O ano de 2025 foi ano importante para a preparação da base, então ali a gente teve muita regulamentação muita interpretação sendo publicada leis ordinárias e aí quando eu falo de regulamentação de IBS e CBS, por exemplo, todos nós sabemos que houve várias atualizações.
A gente teve primeira, segunda e terceira versão e tem todos os impactos nos documentos correlatos e obrigações acessórias também, mas isso foi o ano 2025, foi ano de preparação o ano 2026 onde nós estamos é o ano de teste, e quando a gente fala o ano de teste, o principal é testador aqui são as cefas são os agentes do fisco, comitê gestor, porque todas as mudanças têm que ser coerentes para evitar isso é a abordagem do nosso governo, né evitar impacto negativo nos negócios das empresas. Então esse é ano de teste, ano de teste para cada uma das empresas também para adaptar os seus negócios pequeno spoiler. Aqui, a partir de janeiro a gente começa com a cobrança de fato da CBS em substituição da PIS e COFINS quando a gente faz isso. A gente também tem que avaliar precificação. Então, cada um de vocês vai ter que reavaliar tanto os seus preços de compra quanto os seus preços de venda, ou seja, formação de preço, preço líquido mais impostos, e isso tem que estar pacificado de novo na sua cadeia de valor de quem você compra para quem você vende para evitar os desentendimentos de mudança de preços ali, então isso é fator preponderante.
É importantíssimo que esteja claro para todos vocês e a partir de janeiro. Então assim, ano de 2026 ano de teste, em 2027 é para valer, então, a partir de janeiro a gente tem que estar operando já com a contribuição da CBS e entra a quebra do ib municipal e estadual. Até então a gente coloca lá o cent de valor estatístico de ib. A partir de janeiro, vai ter que quebrar isso metade em nível municipal e metade em nível estadual, então 2027 é ano que deve ser bastante desafiador logo no começo do ano que é quando você já deve estar com todos os seus negócios adaptados a novo modelo e a gente roda até 2029. Quando então começa uma transição para substituição do ICMS ISS pelo IBS, e aí tem uma grade. A cada ano você vai agregando percentual a mais do novo imposto e reduzindo o percentual que está sendo aplicado de ICMS, por exemplo, até que em 2033 se a gente chegar vivo até lá a gente vai estar com toda a implantação da reforma tributária resolvida, essa é a linha do tempo eu sempre trago aqui para relembrar qual é o plano de governo e eu também sempre trago aqui o qual é o desenho de ofertas que a Rimini posiciona num primeiro momento.
Eu tenho aqui bloco de Suportar e se eu pego aqui a oferta padrão a Rimini chama de Smart Path ou o caminho inteligente. A gente começa com uma oferta de suporte em uma oferta de suporte o que os nossos clientes recebem implementação no seu próprio ambiente sap que é o caso dos novos impostos. Então a gente vai faz o deploy faz as entregas dos códigos para que você tenha os novos impostos no seu ambiente não produtivo. A partir dali, cada cliente deve fazer as suas configurações testes e promover para ambiente produtivo uma segunda possibilidade que aí está no bloco otimizar a gente sempre pensa em otimização do seu TCO redução do seu custo total de propriedade ou a utilização dos seus processos de negócio. Então todo mundo vai ter que trabalhar em cima de configuração dos seus processos vai ter que testar a gente pode ajudar vocês com isso também caso seja do interesse de vocês e a gente tem uma oferta ali que a gente chamou de Rimini Manage ou serviços gerenciados ou até serviços profissionais para poder ajudar nos múltiplos projetos que vocês podem ter e por fim, eu coloquei aqui Rimini Consult como inovação que é muito mais para a gente pensar e eu acho que isso não é algo urgente.
Mas é algo importante para todas as empresas porque operar no brasil não é barato o custo de operação. Além claro das alíquotas de imposto, você tem custo de operação, tem um fardo operacional e burocrático para estar compliant com as obrigações fiscais. Então aqui tem uma sugestão de inovação, nós temos processo aqui de é agentes de inteligência artificial pra fazer automação de alguns processos fica aqui teaser pra todos, pensando que após a gente colocar pra rodar os novos impostos, a gente tem que pensar em otimizar o processo ou gastar menos pra executar obrigações fiscais fica aqui lembrete pra gente, discutir isso num futuro próximo tá eh feito isso. Eu queria convidar aqui o Wesley pra trazer pra todos nós aqui a voz do cliente. Como eu comentei, eu tenho muito orgulho e satisfação de tá, recebendo aqui dois clientes importantes para a gente e que fizeram toda a discussão nos dois temas que estão aqui monofasia e imposto seletivo. Wesley contigo,
Speaker 2 (11:16):
Obrigado Borba, obrigado, excelente apresentação. Bom dia a todos, para quem ainda não me conhece eu sou o Wesley Calegaretti. Eu sou o diretor desta área que cuida do programa da reforma tributária aqui na Rimini Street. Eu estou à frente dessa missão tão especial e tão importante para os nossos clientes transformar uma mudança regulatória complexa. Todos sabem disso em soluções de sucesso para os nossos clientes, e assim como o Borba mencionou esse bloco de hoje tem significado muito especial como vocês sabem a Rimini tem promovido encontros para discutir a reforma tributária com alguns clientes, nós descobrimos pessoas com muito conhecimento, experiência prática e principalmente vontade de compartilhar os conhecimentos. Eu sempre digo que nada melhor que os nossos próprios clientes falarem sobre alguns temas tão complexos e demonstrando o dia a dia das operações aqui na ri. Nós colocamos nossos clientes no centro de tudo aquilo que nós fazemos por isso é uma grande honra contar hoje com clientes e convidados para falar sobre dois temas bastante simples, monofasia e imposto seletivo, claro que eu estou brincando, são temas extremamente complexos com muitos detalhes e grande impacto fiscal e sistêmico quando a gente começa a discutir isso a fundo.
Mas nós vamos tratar os dois temas de uma forma organizada e fácil de acompanhar. Primeiramente, nós vamos fazer uma explicação sobre o tema depois alguns temas relacionados a marcos regulatórios e na sequência, os principais pontos de atenção em relação aos entregáveis da Rimini e por fim, nós fazemos também e eles trarão. Os impactos no sistema e o nível de criticidade de cada. Acho que essa estrutura facilita com que nós possamos abordar esses temas de uma forma bem organizada, vamos lá monofasia para abrir esse tema, eu tenho a satisfação de apresentar a Jackeline Conceição. A Jackeline é da Braskem e ela tem contribuído conosco nas discussões sobre monofasia e traz uma visão muito próxima da realidade fiscal e operacional da empresa. No caso a Braskem, a Jackeline muito obrigado por aceitar o nosso convite, mais uma vez é prazer tê-la você conosco aqui e por compartilhar o seu conhecimento com todos nós o momento é seu por favor nos apresente, esse slide da monofasia
Speaker 3 (14:06):
Bom dia, todos me ouvem sim, meu nome é Jackeline. Sou analista tributária na braskem e a monofasia é tema do nosso dia a dia. A gente teve desafio muito grande na implementação da monofasia do ICMS, agora estamos vivendo pouco tudo de novo com a monofasia do CBS, então o que a monofasia é regime tributário que concentra a tributação em uma etapa basicamente da cadeia e impacta muito olha o setor de combustíveis que aí a Braskem como uma central petroquímica. A gente está bem no meio dessa operação e ele consolida todas as operações em uma parte da cadeia aplicando uma alíquota única chamada alíquota ad rem, que normalmente é uma alíquota que não é por percentual é por quantidade a legislação define qual é a quantidade, então normalmente é uma quantidade em litros daquele combustível que é o objeto da monofasia então tudo isso, inclusive já foi previsto também para o IBS e CBS, que vai ser uma alíquota única que vai ser pela quantidade em litros.
Tudo isso foi trazido na nossa lei complementar 214/2025. Ela já trouxe algumas dessas informações, e então a gente tem como marcos regulatórios a lei complementar 214 que dos artigos 172 a 180 ele regulamenta quais são os combustíveis que estarão sujeitos à monofasia. Na sequência, a gente teve a regulamentação via de decretos do IBS e do CBS, que segue a mesma linha do que está na lei complementar 214. E temos também as notas técnicas da reforma tributária que traz todo o layout que a gente deve seguir para preencher os grupos de tributação no XML, e aí também está dos maiores desafios porque inicialmente até a versão 4.0 ele trouxe layout e a gente começou a trabalhar em cima desse layout para implementar o preenchimento, e depois veio uma nova versão que ele revogou todo o layout anterior e trouxe o layout novo que eu acho que o objeto de trabalho agora da Rimini nossa também de entregar esse cálculo e veio também com mais desafio que eu acho que todo mundo é no setor de combustíveis está vivendo isso que ele dividiu pouco o CBS e o IBS com o CBS ficando com uma alíquota a de rem. A partir de 2027 e o IBS seria uma alíquota percentual. Acho que tudo isso, porque o fiscal ainda não vai conseguir definir uma alíquota para o IBS.
Além disso, a CBS, a partir do ano que vem já vai ser a de rem, mas alíquota ainda não foi publicada. Então a gente nem consegue se preparar para saber, estamos aguardando a publicação dessa alíquota de rem, que é também desafio a gente ficar sem visão do que a gente tem para o futuro e a Rimini entregou no release dois uma parte, o pacote e agora está previsto no release três toda essa mudança de layout que a gente já está fazendo trabalho em conjunto de entender, como é a base de cálculo como é que preenche os grupos de tributação tem uma questão da Braskem, por exemplo, como central petroquímica que a gente paga o ad rem da gasolina e também do etanol anidro por retenção.
Então isso continua também para a IBS e CBS, então é bem desafiador e o fiscal não nos ajuda publicando a legislação com antecedência. Acaba tudo ficando em cima da hora, e o que a gente tem hoje inclusive de ambientes é no ambiente de homologação. A partir do dia 01 de setembro ele começou a aceitar os preenchimentos e a partir de novembro você já pode mandar em ambientes de produção esses novos grupos, ele não é obrigatório se você não mandar não vai ter rejeição. Mas ele já vai aceitar esse novo layout publicado e aí entra. Desafio também do XSD, que esse ponto de dependência e atenção se a partir de novembro. Já é permitido esse novo layout do regime monofásico. Quem compra combustíveis tem que se preparar para conseguir recepcionar essa estrutura nova de XML, então a gente está se preparando aqui porque a gente ainda não vai conseguir a gente, sabe que ainda não vai conseguir preencher na totalidade.
A partir de novembro tem muita água. Ainda tem muita discussão para rolar. Mas a gente já tem que garantir que se alguma empresa já está emitindo com novo grupo preenchido na totalidade. A gente consiga recepcionar outro ponto importante é a definição das alíquotas, como eu falei no regime monofásico que ainda está pendente. A ativação do price é separada do suporte técnico, então é uma ação do cliente. A gente está se preparando também aqui internamente para isso, UM ponto que eu acho que precisa melhorar na legislação são todos os produtos que estão sujeitos à monofasia porque hoje para o ICMS são definidos via código. A anp não saiu para o IBS e o CBS que a gente tem é a descrição dos combustíveis, mas não a definição por código anp, que traz uma segurança maior no enquadramento, ponto, unidade e quantidades tributáveis confiáveis. A legislação lá traz que é uma unidade por litro. Isso tem que estar claro também nas regras de validação no preenchimento do xml, então mon fazer é desafiador. A gente está trabalhando muito em cima desse ponto. A Rimini tem nos apoiados muito nesse tema e vamos para a frente vai dar certo
Speaker 2 (19:59):
Vamos para frente Jaque que incrível, obrigado Jaque por compartilhar a sua visão, espero que o layout não mude mais e que as alíquotas sejam definidas o quanto antes jaque foi prazer ter você aqui conosco obrigado de novo, a voz do cliente faz toda a diferença pessoal, agora passando pouco mais indo para outro olhar, nós falamos da regra fiscal, layout, etc. Processual. A Jackeline mencionou algo muito importante que são todas essas questões relacionadas esse também agora nós vamos dar uma olhada do outro lado que são os impactos nos sistemas e para isso, eu tenho a satisfação de apresentar nosso colegam Edson Fernandes da Silva, o edson é analista tributário sênior na evolua etanol. A evolua etanol é uma empresa do grupo copersucar todos conhecem. O edson tem experiência em tax, ICMS, compliance fiscal, reforma tributária. Edson, muito obrigado pela presença e por aceitar e compartilhar sua experiência conosco a palavra é sua meu querido
Speaker 4 (21:11):
Oi, pessoal bom dia, me ouvem todos me ouvem?
Speaker 2 (21:16):
Sim, ouvimos
Speaker 4 (21:17):
Ah, vamos lá, então vamos falar pouco aqui desse total desafio que era a reforma com como vendido pela Jaque aí da braskem, atualmente quais são as integrações, quais são os anseios falando tanto da complexidade alta das críticas ali, então a parte de sap sobre a aplicabilidade até sobre todos os módulos, tanto do mm ali nas suas entradas tanto no sd de vendas e distribuição. No caso é a gente tentar incluir todos os pacotes da Rimini. Entender ali acho que até uma condição super específica e que que causa muita preocupação que são as condições Z. Então hoje o que a Rimini entrega o pacote standard do sap e a gente precisa mapear todas as produções que a gente tem que são customizadas ali dando o exemplo da própria monofasia, então dando o passivo para trás ali entendendo como funciona o icms, hoje então algumas empresas no nosso caso, até para informar a fantasia da parte do icms, a gente tem uma Z.
Então isso requer algumas customizações, além da Z, tanto para a parte de obrigação acessória até a parte do tax ali, que precisa de alguns desenvolvimentos para subir essas informações ali para a própria obrigação acessória. Então isso é uma grande preocupação a questão do inbound até como dito pela Jaque a gente está preparado aqui para não só preocupação com esses testes para as nossas saídas, mas a própria integração para as nossas entradas para o nosso inbound. Ali. Esses monitores acho que até é uma revisão também uma revisão com os parceiros de ferramentas fiscais, então até a parte de obrigação sensória como tax, assim como outras até outras startups. Acho que é bom manter essa comunicação para entender o que as ferramentas podem ajudar hoje o próprio onde dá para utilizar até os próprios agentes para facilitar esse dia a dia e a parte de dados.
Esse mapeamento de produtos acho que é importante essa integração interna entre as empresas de comunicação, quem são os responsáveis o que vai mudar o que pode impactar muitas empresas. Já rodam tem a própria automação para a base de produtos. Então esse tratamento de produtos precisa estar muito bem alinhado e dos principais fatores. E os testes, a gente não pode ir muito lá para a remoção. Para a produção precisa ser testado, tudo acho que precisa estar muito bem alinhado ali com a parte com as áreas, principalmente a área de ti, fiscal. A gente fala que a reforma não é a reforma tributária, ela não é da área fiscal. Ela é da empresa só que os principais entes ali os principais atores hoje está certamente a área de tecnologia e a área fiscal ali como par e dos principais anseios que a gente tem aqui e falando pouco da crítica, esse intermediário entre o produtor e o comercializador.
Por exemplo, aqui falando da comercializadora, ela está intermediando entre o produtor e a distribuidora, que é para nós o nosso o ente final ali então, assim analisando a nota técnica 2 que é onde ele informa os valores da base do IBS, que é uma vez que eu não vou recolher esse IBS como que eu vou informar isso dentro do xml. Então, enfim, a gente precisa entender como que vai subir esse pacote se ele sobe como standard e como que eu vou informar o meu valor retido ali uma vez que não vou me acreditar, não vou debitar esse IBS como que eu vou estar informando isso aí enfim, e aí acho que é uma leitura que tem que ser feita nesse mar de notas técnicas, a tradução dessas notas, técnicas e esse acompanhamento dos pacotes que a Rimini vem subindo aqui para a gente
Speaker 2 (25:48):
Muito bem muito bem. Edson Fernandes da silva é incrível e aí Edson para finalizar, eu reforço esse seu ponto super importante que são os testes, tem toda a fase de volta, devolução e cancelamento. Nota de débito e crédito esse realmente como você muito bem, mencionou edson é ponto importantíssimo. A questão dos testes não dá para abrir mão edson muito obrigado, muito obrigado ao pessoal da evolua da copersucar, obrigado pela sua participação aqui conosco meu querido
Speaker 4 (26:26):
Legal
Speaker 2 (26:28):
Pessoal. Agora nós vamos falar de outro tema simples e tema muito saudável é o imposto seletivo. Nós vamos usar a mesma forma de abordagem. Primeiro uma explicação simples depois os marcos regulatórios dependências e os pontos de atenção e para este específico tema, eu tenho a alegria de apresentar a Ludmila Amorim. A Ludmila Amorim é a analista fiscal pleno da braskem. Lud, muito obrigado pela presença e disponibilidade por compartilhar conosco esse tema tão saudável em outras palavras por favor, o tempo é seu.
Speaker 5 (27:08):
Oi pessoal bom dia, obrigada wesley vocês conseguem me ouvir bem
Speaker 2 (27:13):
Muito bem
Speaker 5 (27:14):
Pronto, ótimo então falando pouquinho de imposto seletivo. O imposto seletivo é tributo federal que foi criado pela emenda constitucional 132 de 2023. Essa emenda constitucional incluiu na nossa constituição federal no artigo 153, o inciso oitavo que é o que confere a união a competência pela cobrança de tributos ali incidentes em bens ou serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Então o IS foi criado por essa emenda constitucional 132 de 2023, mas ele foi instituído pela lei complementar 214 de 2025 no seu artigo 409. O IS é tributo que incide sobre a produção sobre a extração, comercialização ou importação de bens e serviços que são prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, e ele tem uma finalidade extrafiscal, então diferente do IBS da CBS por exemplo, que tem uma finalidade principal ali arrecada. Ele tem uma finalidade extrafiscal ou regulatória justamente porque ele existe para desestimular consumo não necessariamente que ele vai incidir apenas uma vez na cadeia, então ele é monofásico.
Ele não gera crédito e é tributo que vai integrar também a base de cálculo do IBS e da CBS, e durante esse período de transição. O IS também integra a base de cálculo do ICMS e do ISS no anexo dezessete da lei complementar 214 de 2025. A gente tem as categorias de serviços ou de produtos que são sobre os quais incidirão o imposto seletivo então, veículos, embarcações, bebidas açucaradas, bebidas alcoólicas, fumígenos, enfim, são alguns dos exemplos de bens de produtos sobre os quais o imposto seletivo. Ele vai incidir a cobrança desse imposto. Ela está prevista a partir de 2027 só que as alíquotas a de valor em específicas. Elas ainda estão pendentes via o que a própria lei complementar 214/2025 ela seja publicada ali através de uma lei ordinária que até então ainda não foi editada. Então o imposto seletivo também é popularmente conhecido como imposto do pecado, justamente porque o objetivo do governo é desestimular o consumo desses bens que fazem mal à saúde ou que fazem mal ao meio ambiente. Então para desestimular esse. Desestimular esse consumo. O governo. Ele cobra imposto sobre esses bens e serviços sujeitos ao IS, que são os itens que eu comentei aqui anteriormente ele vai ser cobrado apenas uma vez seja na indústria ou na importação e ninguém na frente.
Ali na cadeia vai se creditar desse imposto, então o valor do imposto seletivo. Ele acaba virando custo e ele tende a ser repassado ao preço final para o consumidor final, então de marcos regulatórios. O que nós temos até então é justamente a emenda constitucional que comentei há pouco e a lei complementar 214/2025 que tem o anexo dezessete com as categorias de bens e serviços sujeitos ao IS. Temos pendente ainda publicação das alíquotas e aí, assim, embora a previsão para cobrança do imposto seletivo seja a partir de 2027 a gente nem pode afirmar que vai ser a partir de 01 de janeiro por exemplo, porque como as alíquotas ainda não foram publicadas quando a lei ordinária ela for publicada, a gente precisa observar aí o princípio da anterioridade.
Então precisa decorrer aí pelo menos 90 dias desde a publicação dessa lei ordinária, a efetiva cobrança do imposto seletivo, então o correto é afirmar que ele será cobrado a partir que a previsão é que ele seja cobrado a partir de 2027, dependendo aí de quando a lei ordinária ela será publicada e aí de ponto de atenção. O que temos é justamente a janela entre a publicação das alíquotas e o go live técnico que tende a ser curto o tempo ali para a gente parametrizar, os nossos sistemas para a gente configurar fazer testes para que a cobrança realmente possa ser o pagamento, enfim a cobrança, o pagamento. Eles possam ser efetivos, então a depender de quando a gente já está aqui no mês de outubro, praticamente e as alíquotas, elas ainda não foram publicadas, pensando ainda em uma cobrança a partir de 2027. A gente pode ter tempo curto para que as empresas se preparem para essa nova realidade, outro ponto é que, como o imposto seletivo, ele não gera crédito.
Então, qualquer erro de enquadramento pode acabar virando custo direto para a empresa irrecuperável, e o outro ponto é justamente essa pendência ainda de publicação da lei ordinária, que vão fixar as alíquotas do IS por categoria e as alíquotas a previsão. A expectativa é que essas alíquotas sejam a depender do nível de novidade do bem ou do serviço sujeito ao imposto seletivo. A gente ainda tem algumas pendências de assim informações operacionais. Obrigações acessórias. Para além da definição da alíquota, não temos ainda publicação de tabela de cst de c. Clab. Então ainda faltam algumas informações, informações muito relevantes para que a gente possa seguir aqui com todos os ajustes sistêmicos e operacionais dentro de casa para se preparar para a cobrança do i a partir do ano que vem
Speaker 2 (33:34):
Muito bem. Ludmila Amorim, muito obrigado por compartilhar nada então é precioso conhecimento, e você mencionou algo super importante como o imposto seletivo, ele não gera crédito qualquer erro no enquadramento vira custo direto e isso é irrecuperável. Como você bem colocou lud mais uma vez em nome da Rimini. Muito obrigado pela sua participação aqui conosco viu
Speaker 5 (34:05):
Obrigada pessoal
Speaker 2 (34:06):
Maravilha pessoal. Nós teríamos agora a participação do eduardo vieira. O eduardo atua como consultor sap na ZAMP. Infelizmente o eduardo teve uma intercorrência hoje pela manhã não poderá estar conosco, então eu vou apresentar alguns pontos relacionados a esse slide que vocês estão vendo que é os impactos sistêmicos no imposto seletivo no sap. Todos sabem teremos como base a alíquota e valor do imposto seletivo por item. A price do SD/MM precisará considerar alíquotas a de valor e alíquotas específicas por unidade em alguns casos em alguns casos, a combinação desses dois tipos como o imposto seletivo a lud mencionou isso anteriormente não gera crédito. O valor vai para o custo do produto e não para uma conta de imposto a recuperar esse é ponto também de atenção. Além disso, ele integra a base do IBS e CBS. Todos nós sabemos portanto, a ordem de cálculo na pricing de novo pessoal.
A ordem de cálculo na pricing é determinante a ponto de atenção também nos impactos sistêmicos nas integrações. Vocês estão vendo ali. No slide a linha número dois temos a questão da NF, mensageiras, motores tributários e sistemas satélites que precisarão receber e transportar esses novos campos. Então isso tem uma forte relação com questões de testes daqui a pouco, eu vou abordar pouco mais esse assunto. Na questão de dados, o NCM é essencial porque ele determina a incidência de tudo. Isso também serão necessários. CSTs, unidades de medida confiável e atributos do produto nos testes será necessário validar. Está escrito aí também específica e combinada como eu disse anteriormente além de devoluções cancelamentos, nota de crédito de débito e conciliação da nota fiscal, eletrônica e por fim continua existindo dependências críticas com a publicação das alíquotas, que foi mencionado também pela lud da tabela de NCM do imposto seletivo pessoal.
É isso sobre esse slide. Agora nós vamos entrar em alguns temas importantíssimos sobre recomendações da Rimini. Pessoal, eu peço que todos ponham bastante atenção nessa questão. Nós estamos muito felizes com a quantidade de pessoas que reservaram o tempo. Nessa manhã, estou vendo aqui uma grande quantidade de audiência, está maravilhosa obrigado por se juntarem a nós nessa manhã tão agradável. Isso mostra o quanto a reforma tributária deixou de ser apenas uma discussão para o futuro. Está todo mundo preocupado e engajado para trazer a melhor solução às suas empresas, e aproveitando que temos uma grande quantidade de clientes conosco. Quero compartilhar algumas mensagens importantes pessoal vamos lá, primeiro, vocês estão vendo aí do lado esquerdo superior preço líquido e margem. A reforma muda a formação de preços, todos nós temos percebido discutido isso e traz o cálculo por fora por isso pessoal. Revejam o quanto antes não deixem essa discussão para depois revejam a cadeia de suprimentos. Os preços dos fornecedores, os preços aos clientes e o efeito combinado de CBS, IBS, monofasia, imposto seletivo nós discutimos isso anteriormente é por isso que nós trouxemos os nossos queridos clientes para que através da voz do cliente, nós consigamos sensibilizar a comunidade toda em torno dessa discussão que pode ser antecipada. Não é necessário correr o cronograma de entregas, segundo ponto a apliquem os pacotes com a brevidade necessária queridos. Existem dependências técnicas entre objetos. Todos nós sabemos isso. Qualquer atraso reduz o tempo disponível para configuração no próprio landscape.
Testes e possíveis correções. Então transportem a apliquem os pacotes façam as con te le isso para a produção para que possamos já ter esses pacotes aplicados com a maior brevidade possível, temos trabalho. Todos estão vendo que o nosso technical engage manager na pessoa da patrícia. Alguns adriana aton têm procurado os nossos clientes para pedir que todos respondam os questionários respondam os surveys o pre delivery da release três, por exemplo, foi enviado recentemente uma resposta rápida pessoal. Evita atrasos na análise e na preparação das entregas que a Rimini faz quarto ponto do lado inferior esquerdo use o escopo de testes. A Rimini tem proposto e recomendado a aplicação e cobertura de cenário de testes abrangente utilizem esses cenários, obviamente não limitando-se a isso, mas utilizem os cenários recomendados tenham isso como base para discussões internas dentro das suas empresas. Quinto ponto planeja seu ecossistema para testes.
A Lud mencionou o edson também a Jaque e eu reforço aqui. Todos os testes envolvem uma cadeia ecossistema muito grande de satélites. Isso pode ser preparado com bastante antecedência, então façam esse planejamento do landscape com seus satélites, porque validações vão ser necessárias utilizando uma série de ambientes. Aí depende de cada cliente e por fim, ainda nesse slide, nós temos observado. Prezados, que clientes que estabeleceram comitês internos da reforma tributária têm se saído melhor em definições, tanto sistêmicas como processuais, então promovam os comitês internos da reforma tributária, como que eu faço isso simples puxa alguém da área fiscal. Outra tributária sistêmico pessoal, que é envolvido em fábrica de testes pessoas que cuidam dos ambientes satélites tragam eles para a mesa e sensibilizem os sobre essa questão da reforma, que é super importante para todos nós. Esses são os meus alertas e recomendações por hoje pessoal. Também aproveitando aqui uma questão muito importante, vocês vão observar que cada release que nós entregamos.
Aí vem uma questão super importante sobre testes pessoal. Cada release cada pacote. Ela tem uma questão muito importante de timing para testes. Nós temos observado que muitas das vezes algum outro cliente acaba recebendo o pacote só que efetivamente ele testa pouco faz teste unitário, mas muitos às vezes não chegam a levar isso à produção e isso causa transtorno muito grande e é simples de explicar isso, vocês sabem que quando receberam novo pacote uma nova solução, muitas das vezes a nova solução que está vindo ocupa e vai ser necessário ser utilizado alguns objetos que estão relacionados ao pacote anterior, então, quando você deixa de transportar até a produção, causa conflito e isso, muitas vezes pego de surpresa, apesar de toda a documentação ser muito e mencionando sobre essas questões. Mas é alerta quando receberem as releases por favor façam as configurações necessárias nos ambientes. No próprio landscape. Existem todas as instruções relacionadas a isso testem e levem a produção. Todos os pacotes, especialmente temos prazo muito confortável para teste. Porém, se isso for deixado para o final, então nós teremos alguns clientes passando período de dificuldade, lembrando ainda que existem questões que estão ainda sendo determinadas pelo nosso querido governo. Vocês sabem melhor disso e não é o Wesley que está apenas dizendo nós trouxemos clientes que disseram isso. Também existem definições e ali definições de questões importantes como split payment então por favor sigam essa recomendação, recebam pacotes configurem teste e transportem para a produção meus queridos prezados. Agora eu vou chamar uma pessoa pouco conhecida do nosso ambiente de trabalho é o Velloso bom dia Velloso e como você está tudo bem
Speaker 6 (43:54):
Bom dia, wesley bom dia a todos tudo bem comigo
Speaker 2 (13:52):
É o Velloso. É nosso solution arquiteto aqui da Rimini, muito obrigado pela sua participação, o veloso vai falar pouquinho das evoluções das releases e o que nós temos brindado os nossos clientes com soluções da Rimini. a palavra é sua muito obrigado
Speaker 6 (44:16):
Tá bom obrigado, Wesley. Bom dia a todos. Vamos falar pouco sobre o que está por vir o que a gente já entregou se você for ver. Nesse slide, teve a release que a gente tratou de cnpj alfa entregamos, uma grande quantidade de alterações no ambiente. Essas alterações geraram alguns fixos que a gente também já entregou o release dois. A gente entregou a parte de mm. É importante que vocês testem configurem e façam testes com isso e a princípio, tudo que é necessário para os cenários mais comuns para janeiro estar entregue nessa release. Dois ponto de atenção aqui é que durante a confecção da release dois, o governo alterou a regra da devolução e como a gente já estava mexendo na release dois e tocava em objetos que eram necessários tanto para MM quanto para devolução. Então a gente entregou essa release dois com a solução de devolução e essa solução de devolução até o momento, ela precisa estar em produção, porque a partir de 05 de outubro as devoluções passam a referenciar ao a tag dfe referenciado junto com o item, então vocês precisam subir isso vocês precisam configurar a gente botou parâmetro lá você vai poder dizer a data.
A partir daquela data, a solução passa a preencher o dfe referenciado. Por isso a importância de subir, e logo em seguida, a gente já está começando a entregar a release três que a gente está chamando de f. F s, o que muda é o grupo de clientes e a gente está entregando o que falta de campos que é a monofasia a parte de zona franca que veio na versão .40. Compra governamental. Crédito presumido, e a gente criou uma série de novos campos para quem emite nota de serviço. Então é importante que vocês testem a release dois subam para a produção para a gente ficar pronto para aplicar a release três, lembrando que na release dois vocês vão precisar da solução para devolução, vocês não precisam subir. As configurações de MM/SD para janeiro de 2027 isso pode ser feito depois, mas é importante que você suba o que a gente entregou e antes claro fazer teste de regressão só para garantir que não teve impacto nos cenários atuais. E aí fica em aberto uma release quatro com temas que ainda não estão completamente definidos que é imposto seletivo. O split payment, o rad, que é tema que também está ganhando força que é o recolhimento por adquirente.
Vamos passar aqui para o próximo. Bom o que os clientes devem fazer certo. É importante até para as próximas entregas ponto validar os ambientes confirmar quais ambientes serão usados para aplicação e realização de testes. Acessos. Alguns clientes. A gente está tendo problema com acesso às vezes o acesso e a gente têm pouco tempo para poder entrar no ambiente e fazer o desenvolvimento nesses acessos, a gente precisa garantir que tem internet, um aplicativo do tipo excel instalado na VM para a gente. Poder desenvolver aplicar os pacotes uma vez aplicado os pacotes e a gente vai entregar as instruções. É importante que vocês testem. A próxima release tem uma dependência técnica do objeto do F10 e como eu já falei antes o F10 tem coisas que vocês vão precisar agora em outubro. Então é importante que vocês testem subam porque vocês vão precisar principalmente a questão da devolução para outubro, mas ainda não ative. As configurações de MM e de SD de imposto do ibs municipal deixem para fazer isso na virada do ano, porque isso só vai precisar em janeiro.
A importância de executar os testes com antecedência adequada fazer teste unitário integrado e de regressão nos processos impactados avaliar possíveis impactos fiscais. Vocês precisam fazer e planejar 2027 preparar plano interno para os próximos passos regulatórios. A gente aqui da Rimini está planejando fazer documento com as principais dúvidas que vamos ter os clientes têm na virada do ano. Então a gente vai preparar esse documento e deve mandar para todos os clientes, o que fazer com ordens em aberto com pedidos em aberto as devoluções de compras ou de vendas de ordens ou pedidos emitidos em 2026 como deve ser feito isso o fim do PIS e COFINS o que deve ser feito. Então a gente vai preparar documento só para esclarecer essas dúvidas que são comuns a todos os clientes vai ser documento a parte só para preparação para final do ano,
Falando pouco da release quatro que é uma release que está dependendo de definições do governo imposto seletivo split payment e o rad em relação a imposto seletivo, o que a gente ainda está aguardando e vai ter uma tabela de ser classe tribe específica para imposto seletivo então a gente aguarda essa publicação dessa tabela a. A publicação das alíquotas e a gente aguarda também com as regras de incidência da tabela de ncm do is. Paralelo a isso, alguns clientes tinham desejo de fazer teste já do imposto seletivo, fazendo parte da base de cálculo do CBS, IBS, então o que a gente fez na próxima release três que a gente vai entregar. A gente vai entregar uma parte do imposto seletivo principalmente na parte de MM na compra onde você vai poder definir uma única alíquota. Não vai ser a alíquota por classe tribe e nem por NCM, porque a gente ainda não tem vai ser uma alíquota única só para você fazer o exercício de como se comporta.
O imposto seletivo no processo de vocês na price. Então isso, aí a gente vai entregar já na próxima release. Na release três vai ficar pendente ainda coisas do imposto seletivo porque a gente ainda não tem o CST não tem a classe tribe, não tem as alíquotas em função de quantidade. Então vai ser definição de alíquota percentual única para o processo, e você vai ativar. A condition de MM, vai calcular e imposto seletivo. Não tem crédito, então vai ser uma condition única para imposto seletivo split payment. A gente já tem grupo aqui fazendo estudo do split payment há uma tendência. O governo tem falado que o primeiro semestre de 2027 ainda não vai ter split payment que no segundo semestre vai entrar em caráter de teste, e a efetividade vai ser em 2028 então a gente já está fazendo estudo de split payment, mas não é algo que a gente deve entregar para janeiro até porque ainda não está definido em relação ao rad, que é o recolhimento por adquirente, a gente está estudando o tema.
Existem alguns pontos que precisam ficar claros por exemplo, a empresa, o adquirente que vai aplicar o rad. Isso significa que se você ia pagar 120.000 ao fornecedor e você vai pegar 20.000 que é imposto, vai reter ele e só vai dar 100.000 para o fornecedor. Isso você tem que combinar com o fornecedor, o fornecedor está esperando receber 120.000 vai passar a receber 100 isso. Aí pode criar efeito de cascata, então a empresa toma a decisão de fazer o rad. Ele tem que negociar com o fornecedor. Ele não pode simplesmente aplicar o rad sem negociar com seus fornecedores, porque ele pode estar esperando aqueles 20.000 do imposto para cobrir fluxo de caixa dele e de repente ser retirado então outro ponto de impacto aí é que você vai mudar o seu processo de apuração. Para isso, porque você vai precisar. Além de reter esse imposto. Você ter que controlar parte dele vai para a receita por conta do CBS e parte dele vai para o comitê gestor. Então é processo que não é tão simples, a gente está analisando de que forma vamos fazer isso ele é opcional, então você não vai aplicar para quem você quer isso depende de negociação.
Não é mandatório ainda para todo mundo, então esse tema a gente ainda está estudando para poder dar mais detalhes
Importante escopo mínimo de testes. Esse tema já foi abordado no webinar anterior. É importante reforçar que o processo de reforma tributária envolve vários setores tem a parte do fiscal que você tem a determinação dos tributos CST/CIOP cenários aplicáveis a parte de compras que tem price entradas, impostos, integrações a parte de vendas também que mexe com price, faturamento, documentos de saída, faturamento em si. Emissões de NF-e e CT-e agora entra a parte de contabilização vai ter lançamentos contábeis créditos reconsiderações e o test end-to-end de ponta a ponta para garantir que não vai ter problema. Então a street desenvolve e aplica as alterações na solução. No ambiente des desenvolvimento vai fornecer as documentações com as instruções e comunicar os próximos marcos e materiais. O cliente precisa garantir o ambiente e acesso, transportar configurar e validar entregas recebidas executar testes e validar o processo. O cliente vai decidir o go live em produção e comunica Rimini o plano sobre o plano de go live é importante vocês entrarem em contato com o tem e relatar qual o plano de go live de vocês quando é que vocês pretendem entrar em go live. Porque a Rimini está planejando uma equipe para acompanhar esse go live dos clientes na virada do ano
Aí reforçando também o padrão de comunicação e canais de relacionamento com a Rimini. Toda a entrega. A gente começa com o pré- delivery, a gente faz uma comunicação inicial. A gente manda survey perguntando se o cliente quer ou não receber entrega para a reforma tributária. É importante que sempre queiram porque são entregas incrementais, então é tudo baseado em uma entrega prévia, então você fica sem receber algo. Pode dar problema na aplicação do pacote. É importante receber tudo. Eu não tenho monofasia é bom que você receba o pacote e você não ative. Eu não tenho monofasia. Eu não preciso ativar a solução que basicamente é mexer com price e ativar conditions. Mas é importante vocês receberem tudo depois desse pré delivery que é o survey vai o delivery onde a gente informa a solução como é que funciona bota. A lista de requests que foram geradas no ambiente para que vocês possam fazer a gestão e tem ainda o tipo de comunicado others que é onde a gente comunica webinars atualizações que tiveram do governo provavelmente vai sair.
Esse comunicado de final de ano como vocês deve fazer no final de ano com pedidos em aberto ordens em aberto processo de evolução orientações gerais para a virada do ano, reforçando com o endereço de e-mail para a comunicação, é esse aí que está na tela. Então certifique-se que o e-mail esteja como centre para não cair no SPAM e vocês ficarem sem receber o comunicado e os canais de atendimento no Street Center. Se der algum erro, você abre chamado no Street Center ou alguma dúvida também pode abrir chamado lá e o endereço do Street está no slide.
Agora eu passo de novo para a wesley
Speaker 2 (57:43):
Maravilha, muito obrigado, Felipe pessoal, quem vive o dia a dia de uma TI complexa dentro de programa fiscal. Tão complexo sabe que a entrega técnica é apenas uma parte dessa jornada. Muitas vezes ainda faltam informações dos próprios órgãos responsáveis, e isso acaba sendo complicometro nessa jornada toda mesmo assim, as empresas precisam sempre planejar a implementação, configuração nos landscape teste. Plano e entrada em produção. Então todo esse conjunto de atividades prezadas pode se tornar algo extremamente complexo. Cenário que se não for coordenado pode colocar todo o plano em risco. Então, por isso, uma vez pensando no sucesso dos nossos clientes, eu quero lembrar que a Rimini street possui uma área de professional services dedicada a apoiar essa jornada de ponta a ponta. Nosso time de professional services pessoal tem apoiado clientes e implementações complexas, com muitos programas ocorrendo simultaneamente disputa por recursos internos e grande concorrência dentro do portfólio.
Nossos consultores de professional services combinam a experiência SAP, processos fiscais, integrações conhecimento em testes, governaça. Esse apoio pode incluir análise de impacto, como está aí na tela. Esse apoio do nosso time de professional services pode incluir análise de impacto blueprint fiscal configurações no landscape, ajustes em customizações, testes unitários integrados validações fiscais, que são necessárias obviamente plano de transporte e apoio até propriamente no go live também oferecemos gestão de projetos e governança dedicada a mensagem é simples aqui pessoal. Se você tem preocupação com relação a prazo. Capacidade interna dos times de atenderem. Obviamente a reforma tributária, prioridades concorrências ou precisam de algum apoio para argumentar e planejar a implementação com as suas áreas internas, fale conosco. Fale com o nosso time de professional services, nós podemos apoiar a construção do plano, execução de tudo isso que eu estou mencionando, nós temos contato o e-mail é esse o Marcelo Forti. O e-mail está na tela nosso time de professional service pessoal. Não quero fugir muito do tempo, temos uns lembretes importantes, aí eu passo a palavra pro nosso querido eduardo borba. borba é contigo meu querido
Speaker 1 (1:00:54):
Obrigado wesley é aqui só vou reforçar vou passar muito rapidinho né que eu sempre coloco ali disclaimer, porque todas as datas que a gente dos entregáveis são a expressão do nosso melhor planejamento. Porém vocês viram que tem muitos itens que dependem de uma certa volatilidade do próprio governo e regulamentações. Então o que a gente diz aqui é o nosso melhor planejamento para possibilitar que vocês também estejam planejando. Porém, eu não consigo garantir que a data é cumprida porque eu tenho dependências externas e do nosso lado, a gente, e o nosso compromisso é manter o nosso roadmap sempre atualizado para que vocês saibam. Qual é o nosso planejamento de entregas e aí claro toda a decorrência de ações de testes e passar para produção e toda a carga de trabalho que já foi mencionada, acaba ficando para vocês. E aí eu concluo aqui com os canais de comunicação que a gente já mencionou no Street Central e caso vocês queiram algum contato com serviços profissionais.
Marcelo forte está aqui conosco para apoiá-los. Eu queria passar rapidinho em perguntas e respostas. Eu sei que a gente já estourou o tempo. A gente está com 2 min além do tempo, mas tem algumas perguntas aqui que são bastante rápidas, então, primeira coisa a gente tá fazendo as entregas e aí este este webinar e a documentação dele vai tá disponível pra todos vocês tá essa foi uma das perguntas que estavam por aqui. Além disso, eu queria falar pouco também sobre a questão do preço líquido, as perguntas que surgiram aqui porque altera a precificação. Hoje você tem o imposto sendo calculado por dentro, então o preço da nota ele é se eu vendo negócio é a R$ 100. Ele tem ICMS embutido nesse preço com o cálculo da cbs. Por exemplo, ele é por fora, então se você tem produto de R$ 100 e por cento de alíquota.
O total vai ser 110, sendo por 10 por cento do imposto. Isso muda a precificação, porém tem empresas que já adotaram o preço líquido. Isso pode facilitar pouco na sua transição, porém não quer dizer que você não tenha que fazer. Análise, vocês têm que fazer a análise da precificação, qual é o preço de aquisição porque eventualmente, os seus fornecedores ou os seus clientes vão ter questionamento da formação de preços. Isso é ponto de atenção que impacta a todos aqui outro item que eu vou passar rapidinho aqui também aí eu já devo concluir é a partir de 01 de janeiro, a gente tem que começar a operar com CBS a quente, pra valer nas notas nas configurações, tanto você pode criar lá tax code com validade específica para CBS, tirando PIS e COFINS ou você pode colocar uma delimitação de data na sua configuração dos tipos de imposto que estão sendo utilizados naquele cálculo.
Isso é bastante configurável e aí eu faço pequeno gancho, porque a gente tá dizendo que todos os entregáveis da Rimini, eles precisam ser testados o quanto antes óbvio que depende de ter disponibilidade que se faz o sistema de homologação e muitas vezes a gente não tem né como foi citado no caso de monofasia. Por exemplo, a gente não tem como testar ainda, mas do ponto de vista de testes sistêmicos, o que a gente sempre recomenda testar pro ambiente produtivo pra liberar os seus objetos e sempre que tiver disponibilidade de cefas também fazer as suas homologações pra liberar o máximo possível de carga na na na virada do ano. Para evitar gargalo de 30 de dezembro, você tem que cortar monte de coisa todos os seus cenários. Isso pode impactar muito a capacidade de você. As demais perguntas. Aí, por decurso de prazo a gente vai responder. Depois vamos deixar gravado para vocês. Eu agradeço a cerca de 350 participantes ao vivo nesse nosso webinar e daqui há um período, a gente deve repetir próximo webinar, mantendo sempre essa nossa cadência de comunicação com o público ok. Muito obrigado a todos, um excelente dia.