Reforma Tributária: Entregas Rimini, Atualizações Regulatórias e Próximos Passos
Transcrição
Speaker 1:
Bom dia a todos, é um prazer mais uma vez estar aqui com todos vocês. Eu sou o Eduardo Borba, sou responsável pela área de delivery de serviços aqui da Rimini no Brasil, e mais uma vez tenho o prazer de recepcioná-los aqui neste nosso webinar sobre um assunto que não é nem um pouco simples, que tem a ver com a nossa querida reforma tributária brasileira. Hoje a gente vai falar, claro, sobre as atualizações que temos, o que aconteceu do ponto de vista regulatório e também do ponto de vista das nossas entregas para os nossos clientes. E aqui eu faço uma primeira ressalva: nas sessões anteriores, quando fizemos as nossas apresentações de webinar, acabamos tendo uma certa dispersão, porque falamos de temas ligados à plataforma SAP e à plataforma Oracle, IBS. Os assuntos, apesar de serem os mesmos do ponto de vista de regulamentação, acabam tendo aplicação diferente em plataformas diferentes.
Então, no dia de hoje, nós vamos concentrar a informação para os clientes que são usuários da base SAP. Aos presentes que tenham interesse em saber um pouco mais sobre a plataforma Oracle, claro, estamos à disposição para esclarecer o que for necessário, mas basicamente o que a gente vai falar aqui é muito similar ao que estamos entregando também para os nossos clientes que são usuários de base Oracle EBS. E aqui estou eu, sou responsável pelo que a gente chama de GCC, que é o Global Capability Centre, centro da Rimini de prestação de serviços que atende não só ao Brasil, atende clientes globais. E comigo, no dia de hoje, vamos ter o apoio nesta apresentação do Wesley. Ele foi uma aquisição recente da Rimini e tem o papel de diretor do programa de reforma tributária, o que não é algo menor, tanto do ponto de vista de organização quanto de execução.
Comunicação para clientes: o Wesley é quem está à frente de toda a operação, e também no dia de hoje temos uma figura já conhecida pela maioria de vocês, o Felipe Veloso. O Veloso é o arquiteto da nossa plataforma SAP, é quem dirige o foco do desenvolvimento, o escopo que está sendo desenvolvido e entregue na plataforma SAP. Sem mais delongas, essa é a agenda que vamos apresentar hoje. Na sequência, claro que vamos ter uma explicação um pouco mais detalhada sobre quais são as atualizações, o que estamos prevendo como próximo release, o nosso cronograma previsto e os pontos importantes de preparação para vocês clientes e usuários, quais são os pontos de atenção que vocês sempre tem que ter no radar. E ai, a gente fecha com pergunta e respostas. Na tela de vocês, vocês podem colocar as perguntas que tiverem durante a apresentação, por favor, vamos registrando ali como perguntas e respostas. Ao final, vamos ler as perguntas que conseguirmos responder aqui ao vivo. Caso não tenhamos tempo suficiente para responder a todas as perguntas, vamos responder posteriormente. Este evento está sendo gravado, e vamos disponibilizar a gravação junto com as respostas.
As eventuais perguntas que recebemos também estão à disposição de todos os senhores e senhoras, e aqui eu vou passar adiante relembrando a visão do cronograma. Essa é uma tela que tenho mantido em todas as nossas apresentações desde o ano passado, e tudo começa lá com a aprovação da Emenda Constitucional. Então, desde o ano de 2023 temos um texto que prevê cada um dos grandes passos. As datas que estão aí na tela são para a preparação e transformação do país e dos usuários para a reforma tributária. Então, se a gente relembrar lá atrás: os anos de 24 e 25 eram os anos previstos para regulamentações, para publicações legais, para a aprovação de leis que subsidiam toda a regulamentação necessária aos novos impostos. Tivemos bastante coisa sendo publicada no passado, e no ano passado a Rimini entregou soluções para que os clientes pudessem estar operando já aqui no ano de 2026, que é o que vemos ali como a bolinha amarela em cima, identificando que é o nosso ano corrente.
Como o governo se posiciona: esse é o ano de teste, tanto para as empresas contribuintes quanto para o governo, para adaptarem seus sistemas ao novo modus operandi. E os impostos que têm que ser destacados são o IBS e o CBS. Esses impostos têm que ser destacados, mas são impostos calculados e não pagos, ou seja, é um valor meramente estatístico. Esse é o período de teste, e durante o ano de 2026 vão sendo consolidados todos os requerimentos que são necessários para a operação em 2027. O que está listado aqui é como começa “a quente”, como a gente fala, a cobrança da CBS, em substituição ao PIS e à COFINS. Então o CBS começa a ser cobrado a quente, e as consequências também trazem troca de reports, troca de modelos de contribuição desses impostos, e aí, claro, a entrada do imposto seletivo. O que a gente deve ter no modelo de recolhimento de impostos é o split payment. Então as regulamentações que saem ao longo de 2026 fazem parte do nosso cronograma de entrega, e em 2027 começam a valer. Aí é o período de transição, de 2026 até 2033, quando termina a transição do ICMS e do ISS.
Essa é a jornada prevista. Óbvio que operar no Brasil vai requerer adaptação de todas as empresas que operam por aqui, então esse é o cronograma da jornada, e eu sempre vou usar a palavra “jornada”, porque durante esta caminhada nós, da Rimini, podemos acompanhar todo o seu período de transição. E aqui eu coloquei na tela também um lembrete de como posso ajudá-los, como a Rimini pode ajudar as empresas nesse período de transição. A gente começa, se a gente olhar, temos três pilares: support, consulting… o que significa suportar, otimizar e inovar. No canto esquerdo, vemos o “suportar”: quem tem contrato de suporte conosco recebe as atualizações, ou seja, o código instalado ou a solução técnica é instalada em ambiente não produtivo, e a partir dali a solução está entregue para vocês. Isso é o escopo coberto pelo suporte. Quando a gente vai um passo adiante, é a otimização de muitas das configurações existentes.
Elas são revisadas, senão todas, a maioria dos cenários, desde compra, fabricação, venda e contabilização — todos os cenários da sua operação. Eles precisam fazer parte do seu roteiro de testes, e muitas vezes vocês vão precisar adaptar seus cenários de negócio. Então não é apenas configurar um novo imposto ou uma nova alíquota, mas possivelmente configurar uma série de documentos consequentes a partir dali, e durante o período de transição vai ser comum haver requerimentos de adaptação dos seus cenários. Para isso, a gente pode oferecer um serviço contínuo, um serviço de consultoria, um serviço gerenciado para acompanhar vocês durante este período de transição. E, por último, eu coloquei ali uma sugestão de inovação, porque muitas vezes os processos atuais deixam de existir, seja para suportar os novos requerimentos legais, seja porque será preciso fazer um redesenho de processos. E aí os novos processos, ou até os antigos, são candidatos à automação ou à geração de agentes de inteligência artificial que podem executar parte desse trabalho ou workflows inteligentes.
Essa sugestão de inovação que coloquei, pensando no roteiro todo, é porque eu vejo que todas as empresas deveriam percorrer esse caminho todo — não simplesmente estar aderente à nova legislação, mas também buscar a otimização dos seus negócios, a diminuição do seu custo total de propriedade e uma visão de inovação dos processos. E eu coloquei ali, na jornada de 2025 até 2033, que nós conduzimos vocês até lá. Então os nossos clientes, que são os nossos parceiros, podem contar conosco durante toda esta jornada. E agora eu queria passar a voz ao meu colega Wesley Calegaretti, que é o diretor do programa de reforma tributária da Rimini. Wesley, é contigo agora.
Speaker 2:
Obrigado, Borba, obrigado pessoal. Bom dia a todos que nos acompanham. Vamos agora para o tema que tem tirado o sono de muita gente. Eu acredito que muita gente tem passado algumas horas em claro durante a noite por causa das atualizações legislativas e regulatórias da reforma. Isso, obviamente, é uma
responsabilidade que cada um de nós tem, e traz uma certa insegurança e ansiedade também em relação àquilo que estamos vivendo nesses últimos meses. Mas eu não vim aqui só para listar o que mudou — isso é importante, como está dizendo no slide, eu quero mostrar como a gente transforma esse volume gigantesco de informações em algo simples, o que significa, na prática, para a sua empresa. Uma pergunta que sempre vem à mente: diante de tantas informações que o mundo tem me trazido, e que as redes sociais comentam, o que isso realmente importa para a minha empresa? Essa pergunta é superimportante. Eu não vim aqui apenas para falar do que saiu na semana passada.
O último comunicado… a pergunta, na verdade, não deve ser essa. A pergunta deve ser outra: ok, tem um comunicado, tem uma comunicação do governo, o que eu faço a partir de agora? O que isso impacta para mim? Esse é o norte da nossa conversa a partir deste momento. Deixa eu ser bem honesto com todos vocês sobre o momento que estamos vivendo: o governo tem publicado comunicados quase toda semana, e algumas semanas mais de uma vez, e muitos deles são técnicos — é a natureza desses comunicados, técnicos e que envolvem uma linguagem não só técnica, mas também típica de legislação. Isso é natural que seja assim, só que tudo isso abre margem para interpretações diferentes. Essa é uma questão com a qual a gente sempre vai lidar, ou seja, não basta apenas receber a notícia, se atualizar do que está acontecendo. Alguém precisa dizer o que essa notícia, essa publicação, o que ela realmente significa no âmbito da minha empresa. E foi exatamente isso que a gente tem evoluído aqui dentro da Rimini: a forma como nos comunicamos com os nossos clientes.
Hoje, cada publicação que chega passa por quatro perguntas básicas, que vocês estão vendo. O que mudou? Essa é a primeira pergunta que a gente se faz quando está lendo uma publicação nova do governo. A gente consolida as publicações e destaca só o que é relevante para o ambiente. Muitas das informações ali contidas não vão ser relevantes, e às vezes até atrapalham, mas precisam estar ali de alguma forma, por conta de critérios técnicos ou legislativos. E, do outro lado: o que isso impacta para mim?
Então a gente faz essa seleção do que mudou realmente para a comunidade de clientes. A segunda pergunta, tão importante quanto: quando isso acontece? A gente conecta cada mudança ao cronograma de transição e aos próximos marcos, ou seja, diante do cronograma que temos da legislação da reforma, o que essas publicações impactam, o que elas mudam, quando isso passa a valer. Essa é uma pergunta importantíssima, e sobre ela não podemos ter dúvidas. A terceira pergunta é: qual é o impacto disso no meu ambiente? Ok, tem uma legislação que foi publicada, qual é o impacto que ela traz? A gente traduz a norma em impacto prático nos seus sistemas, nos seus processos, na sua operação, no seu dia a dia, e até mesmo nas suas conversas internas, que cada um de nós tem ao longo da nossa jornada com os colegas que também são impactados de alguma forma dentro das empresas. E a quarta e última pergunta: ok, eu entendi o que mudou, eu entendi os impactos, mas o que eu faço agora?
A gente tem percebido que essa é uma insegurança que a comunidade muitas vezes tem: “ok, o que eu faço agora?” Nós também orientamos as ações e a preparação de testes para os nossos clientes. Reparem em uma coisa: a gente orienta o caminho, mas a decisão é da empresa, da área de negócios, da área fiscal — a decisão é de vocês. Esse é o caminho no qual estamos trazendo luz e orientação. No final, pessoal, a gente caminha junto, cada um com o seu papel, mas nós queremos estreitar ainda mais essa comunicação, trazendo luz e, principalmente, dando segurança aos nossos clientes.
É isso que a gente quer trazer. Bom, vou passar aqui para o próximo slide. Eu acho que esse slide traduz muito bem o que estou tentando dizer aqui. Olha esse slide, pessoal, porque ele resume muito bem, do lado esquerdo, o que chega até você: quais são os comunicados, quais são as notas técnicas, os atos que saem muitas vezes sem aviso, as flexibilizações — nós vimos isso recentemente —, as interpretações que divergem.
E aí as pessoas começam a usar as redes sociais, cada uma com opiniões distintas. Prazos que mudam de uma semana para outra, muita coisa técnica, um impacto muitas vezes incerto. As redes sociais amplificam essas informações dúbias muitas vezes. Agora, do lado direito, é o que você recebe da Rimini: uma leitura única, com prazos e marcos bem claros, o impacto prático nas nossas operações e sistemas, o book de testes e a nossa ação recomendada. No fundo, a mensagem é essa: você não precisa acompanhar tudo nos detalhes e se preocupar assim que receber uma nova notificação. Nós acompanhamos junto com você, finalizamos o que exige a sua decisão, e assim habilitamos os nossos clientes para que tenham uma jornada mais satisfatória. Ok, Wesley, muito bem, mas como isso se dá na prática? Vamos falar do que tem acontecido nos últimos dias, nas últimas semanas.
Eu acho que todos nós temos vivido dias bem complexos. As últimas semanas têm sido uma aventura muito grande, e o que a Rimini quer oferecer não é discurso — deixa eu mostrar na prática como aconteceu nas últimas semanas. No dia 30, se vocês olharem bem no slide, à esquerda: no dia 30 de julho saiu o cronograma oficial dos documentos fiscais eletrônicos. Todos se recordam, né, o ato da Receita e do Comitê Gestor do IBS confirmou os marcos de implementação. Vocês leram isso, a gente leu, interpretou e avisou toda a nossa comunidade de clientes. Isso foi comunicado e enviado a todos, e muitos dos clientes também deram um feedback maravilhoso sobre esse tipo de comunicação que a gente vem administrando e gerindo nos últimos meses. No dia 01 de agosto, veio esse quadro do meio, né, uma flexibilização das regras de CBS e IBS. Todos também se recordam desse comunicado: nós explicamos o que a mudança trouxe, justamente para evitar rejeições na sua operação durante a transição.
Então nós comunicamos de forma clara e objetiva o que importa para os clientes, o impacto e o que os clientes teriam que fazer a partir desse comunicado. E já no dia 06 de agosto saiu, então, o mais esperado: saiu o esclarecimento sobre essas validações. Nós confirmamos, pessoal, o cronograma continua valendo, e as empresas devem seguir preparando os sistemas e os processos. Pessoal, percebam o padrão dessa comunicação: a cada movimento do governo, em poucos dias, todos vocês receberam de nós o que mudou e o que fazer. Isso é ter certeza sobre prazos, ter certeza sobre riscos e próximos passos no tempo certo. É isso que nós queremos prover para os nossos clientes. Deixa eu mudar aqui de slide.
E aí eu trago para vocês outro desses comunicados, que tratou justamente desse cronograma que coloquei na tela. Eu gostaria que todos agora prestassem bastante atenção neste slide. Não precisam decorar a tabela, tá pessoal, ela traduz o cronograma oficial em datas por tipo de documento. Vamos lá, olha só o CT-e passa a valer a partir de 03 de agosto de 2026, tá? A NFS-e, a partir de 01 de outubro. E aí temos todas as mudanças explicadas de forma bem clara para cada um desses anúncios, comunicações, novos documentos. Temos apoiado nossos clientes nessas comunicações e, obviamente, não estou falando apenas de comunicações, mas de entregas reais, preparando os nossos clientes para o novo cenário que se apresenta. O que eu peço para vocês é muito simples: olhem quais desses documentos fazem parte da sua operação — superimportante — e já alinhem o calendário interno de vocês.
Nós pedimos aos clientes que estão conosco nesta jornada… a maioria deles tem estabelecido comitês internos da reforma tributária. Isso é supersalutar, e nós temos nos aproximado também desses comitês, e é supersaudável que vocês, com essas informações, conversem internamente, entendam as notificações, as comunicações, e se preparem de forma adequada. Nós estamos aqui justamente para isso, para prover uma mudança transparente e sem impacto para os negócios diante do cenário regulatório. Claro, pessoal, eu passo a palavra para o Felipe Veloso, que vai falar das nossas entregas e da evolução das releases. Felipe, bom dia, seja bem-vindo, meu querido.
Speaker 2:
Não estamos te ouvindo, Felipe.
Speaker 3:
Opa, bom dia, pessoal! Agora acredito que estejam me ouvindo.
Speaker 2:
Sim, querido
Speaker 3:
Eu sou o Felipe Veloso, trabalho no time que está fazendo o desenvolvimento das entregas para a reforma tributária. Então, a gente está debruçado sobre essas inúmeras legislações que vão saindo: comunicados, notas técnicas, o Ajuste SINIEF do governo. No próximo slide, a gente vai ver o panorama de tudo que aconteceu aqui em 2026 e o que está por vir. A gente dividiu as nossas entregas em releases. Na primeira release, colocamos toda a parte de CNPJ alfanumérico, e a gente veio entregando o CNPJ alfanumérico aos clientes desde o final de março, e até agora, em julho, seguimos fazendo entregas. Em julho, fizemos entregas, e essas entregas subiram para a produção. Alguns clientes, em cenários específicos, testaram e encontraram alguns problemas. Então a gente está rodando uma correção do CNPJ alfa, que estamos chamando de F02. Isso foi comunicado e enviado a todos os clientes, e a gente está trabalhando nisso atualmente.
Depois dessa release, a gente veio com a release 2, que é a preparação para 2027. Nela, tivemos a parte de eventos, nota de débito, nota de crédito, novos tipos de nota fiscal, toda a parte de MM de compras, o complemento de ISSQN, que é o IBS municipal. E temos ainda, este ano, a release 3, com mais alguns pontos que precisamos cumprir para 2027, e o split payment, que deixamos para uma release 4, porque ainda não está bem claro o que deve ser feito — vamos entrar em mais detalhes no próximo slide. Então, aqui foi o panorama das entregas. A gente pode ver que, na parte do CNPJ alfa, acabamos dividindo isso em três entregas: uma entrega principal, que a gente chama de F02. Durante os testes dessa entrega principal, identificou-se a necessidade de fazer alguns ajustes, e por isso geramos uma outra entrega, chamada F02-01.
Os clientes migraram para a produção. Em produção, alguns clientes encontraram alguns problemas, então a gente está gerando uma série de correções, e o planejamento é entregar tudo até o dia 10 de setembro. Foi enviada uma survey; quem respondeu a survey, a gente já está trabalhando nessas correções para liberar para vocês. Quem ainda não respondeu, é importante que responda, pois são correções importantes para serem entregues a vocês. Na release 2, dividimos os clientes em grupos específicos: temos clientes para os quais só damos suporte no GRC, porque encerraram o contrato do SAP; temos clientes que já vieram com a solução do SAP totalmente implementada em 2025, então só fizemos o delta para 2026; e temos clientes que estão conosco desde antes, então têm tanto a parte de RC quanto a solução completa. Então, na release 2, dividimos toda a release nesses grupos.
A release 2 já foi entregue para os clientes, exceto alguns que ainda não responderam à survey e estão com algum problema de acesso ou alguma informação pendente. A release 3, a gente já está trabalhando nela, já temos planejado o que vai ser entregue nela. Continuando com a parte do IBS, vamos trabalhar em mais alguns temas que veremos detalhados no slide a seguir, e também temos a release 4, que vamos abordar no próximo slide.
Aqui vão mais alguns detalhes do que está sendo feito no CNPJ alfanumérico: o que identificamos de problemas e que precisa de correção estamos chamando de release F02-02. Ele gerou uma correção em alguns tipos específicos de arquivo bancário. Alguns clientes tinham cenários específicos em que a transmissão de arquivo bancário estava dando problema no CNPJ por questões de zero à esquerda. Já fizemos essa correção e já estamos aplicando. O governo liberou o XSD para os clientes que têm GRC — liberou o XSD do SNT 2026.4, no qual muda a característica dos campos de CNPJ; em todo o XML ele passa a ser alfanumérico, então precisamos fazer essa atualização em todos os clientes que têm RC. Há também uma correção que fazemos na tag REFNFE, que é uma tag em que você coloca a chave do que você está fazendo.
Como ela passa a ter o CNPJ alfanumérico, e a chave tem o CNPJ dentro, precisamos fazer um ajuste para que ela entenda que parte dela vai ser alfanumérica. Então é importante essa correção. Também tivemos umas funções de conversão que estavam com parâmetro errado, e precisamos corrigir isso também para alguns clientes — por isso é importante que vocês respondam o quanto antes, para que a gente possa fazer isso. O que o cliente precisa estar atento, é responder a esse questionário da F02-02, notem que nem sempre a SEFAZ está apta para tratar isso. Inicialmente, a SEFAZ da Bahia já estava validando o CNPJ alfa, e tinha algumas secretarias de fazenda de outros estados que ainda não estavam fazendo isso. Então, muitas vezes, o problema não está no sistema, é o próprio governo que não está preparado.
Falando um pouco sobre a release 2: o que foi entregue agora, a data da entrega foi em julho, então a grande maioria dos clientes já recebeu esse pacote. É importante que vocês executem os testes para garantir que, quando chegar janeiro, não haja problemas nos cenários, porque essa entrega requer ação de vocês. É preciso configurar em pricing, por exemplo — a gente não mexe nisso, cada cliente tem uma price, tem um conjunto de prices, e precisam fazer essas configurações. No SD, por exemplo, entregamos a implementação do IBS municipal, que não tínhamos em 2026, mas em 2027 já vai passar a valer. A parte de MM já foi totalmente entregue, tanto CBS quanto IBS estadual e municipal. O processo de contabilização também já entregue; aqui requer a ação do cliente, porque é preciso configurar as contas — as contas não são entregues pela Rimini, porque cada cliente tem a sua conta, então precisam ser definidas. A gente também entregou os novos tipos de nota fiscal de entrada.
Esses foram modelos que entregamos; isso vai permitir que, no futuro, vocês possam fazer o recebimento, a entrada e o MIRO dessas notas e possam tomar crédito, porque no fundo a intenção é que se tome crédito de tudo o que for possível. Então temos nota de comunicação, nota de bilhete de passagem eletrônico, nota de água, uma série de notas que o governo criou e que também estão envolvidas com CBS/IBS e vão permitir crédito disso. Temos o grupo de pagamento antecipado, que saiu no Ajuste SINIEF, e já entregamos, nesta release 2, o processo de devolução, que o governo mudou: em vez de você referenciar o ref-NFe, você tem que referenciar o DFe referenciado, que é o novo grupo, e vinculando ao item. Então é importante também fazer o teste disso. Inicialmente, o governo tinha colocado a entrada disso em produção em uma NT recente, mas já mudou — acho que foi para outubro. Então, na solução que entregamos, colocamos uma data como parâmetro, então, do jeito que a gente entregou, vocês conseguem flexibilizar isso, conseguem trocar. Então fiquem atentos às publicações. Também entregamos o ajuste de competência, a transferência de crédito, e começamos a entrega do CBS/IBS monofásico baseada na versão .40. Depois veio a versão .50 e mudaram os campos: eliminaram alguns campos e criaram novos campos, mudando completamente a estrutura do CBS monofásico. Já estamos trabalhando nessa nova estrutura.
Próximas releases: a princípio, separamos em duas releases. Isso não quer dizer que não possa vir a ter mais releases, mas a ideia principal, hoje, são duas. A que chamamos de release 3 é a continuação do CBS/IBS; a data que planejamos é até 29 de outubro para os clientes recebê-la — começamos a entregar antes. Então, à medida que lançamos a survey, os clientes respondem, e, uma vez com tudo apto, a gente pode desenvolver. Começamos a entregar assim que está pronto e testado. A previsão é finalizar tudo até 29 de outubro. Isso depende de ter todos os pacotes anteriores aplicados e as quests liberadas. Isso vale para todos os grupos de clientes que atendemos: clientes que são RC, clientes com solução SAP 2025 e clientes com solução Rimini — o que vai estar incluso nessa release.
A atualização do CBS/IBS monofásico teve essa mudança de grupos de campos, então estamos atualizando isso, além da parte de compra governamental e crédito presumido, e lançamos uma survey de NFC-e. Temos alguns campos obrigatórios da NFC-e que estamos criando, e, nessa survey, procuramos entender dos nossos clientes se eles emitem NFC-e e quais os tipos de emissões que têm. Por exemplo, temos clientes que trabalham com locação, então existe um grupo específico de campos para locação. A gente vai desenvolver esse grupo específico de campos, mas outro cliente que não trabalha com locação não precisa dele. Então estamos desenvolvendo uma solução em que cada cliente possa configurar aquilo que é relevante para ele: se não precisa de locação, não vai exibir os campos de locação, e vai exibir os campos que precisa.
Então é importante que vocês vejam se isso se aplica a vocês e respondam. Identificamos quatro grandes grupos de campos de NFS-e que precisamos desenvolver, e precisamos entender se há mais alguma situação que vocês precisem. Então, para essa release 3, vamos lançar um questionário — o plano é para setembro — e, a partir das respostas, vamos começar a trabalhar na aplicação da release no ambiente dos clientes e iniciar as entregas. O plano é finalizar até 29 de outubro. Então é importante que vocês não tenham pendências com as entregas anteriores, que esteja tudo testado e movido para o ambiente subsequente, para conseguirmos trabalhar nessa release 3. Para a release 4, ainda estamos aguardando legislação. O que está incluso na release 4? Basicamente imposto seletivo e split payment. O que falta para o imposto seletivo?
Por exemplo, o governo, na NT, diz que vai ter uma tabela de cClassTrib específica para o imposto seletivo — essa tabela ainda não foi publicada. Diz também que vai ter alíquotas do imposto seletivo a depender do produto, e essa tabela também não foi publicada. Então precisamos entender como isso vai ser, para poder desenvolver a solução. Sem essas informações, não conseguimos adiantar a parte do imposto seletivo. A gente tentou fazer isso com o monofásico — antecipar —, e o governo mudou completamente a forma de passar essas informações. Então a gente ta tendo um trabalho a mais para adequar o monofásico, e queremos evitar isso com coisas que ainda não estão completamente definidas, como o imposto seletivo. O split payment teve uma minuta publicada, mas ainda aguardamos definições de layout bancário e definições de layout da NFe.
O governo fez um ensaio com o CT-e e outros documentos, exceto a NFe. Criou um grupo específico para ser usado no split payment, mas ainda não colocou isso na NFe, e ontem saiu uma série de notícias de que o governo está adiando o split payment. O split payment não vai entrar em vigor em 01 de janeiro devido à complexidade do processo — notícia fresca. Se vocês procurarem na internet “split payment adiamento”, vão ver que há vários portais publicando que o split payment foi adiado. Não tem data ainda, mas não vai ser 01 de janeiro. Então, sem essas informações, não conseguimos definir a data de entrega da release 4 nem como fazer a solução. Então eu disse a vocês: pode ser que a release 4 se divida, porque podemos ter a definição do imposto seletivo antes. A gente não vai esperar o split payment para fazer o imposto seletivo.
Então a gente faz o imposto seletivo e o split payment quando tiver a definição melhor. A gente vai trabalhar nisso na próxima release. Ponto importante aqui: a preparação dos clientes e os próximos passos. O que os clientes precisam fazer? Primeiro ponto: validar ambientes, confirmar quais ambientes serão usados para aplicação e testes. Geralmente, na survey, a gente sempre reforça e pergunta em qual ambiente pode ser feito o desenvolvimento, lembrando que a gente entrega em um ambiente não produtivo. A partir do momento em que entregamos, a responsabilidade é do cliente fazer essa mudança para os outros ambientes, transportando a request. Então, se ele tiver um bug, tem que mandar para o ambiente produtivo — a responsabilidade é dele mover essa request de um ambiente para o outro. Confirmar acessos, a gente precisa garantir que as credenciais e os acessos técnicos necessários nas VMs funcionem — basicamente é isso que precisamos.
A gente precisa de acesso à internet na VM que acessamos, e as credenciais tanto de acesso à VM quanto de acesso ao SAP — importante que tenha acesso de desenvolvedor. Passo três: vamos entrar no ambiente do cliente, fazer a aplicação do pacote, que estamos chamando de pacote, e entregar uma request para o cliente. É importante que não fique uma request em aberto, porque muitas vezes um objeto depende de outro do mesmo projeto. Então, se entrarmos para fazer o desenvolvimento e o objeto ficar preso a uma request, não conseguimos avançar. Isso trava o processo, e acabamos pulando o cliente e indo buscar outro. Por isso é importante deixar o ambiente redondo para a gente poder atuar.
O passo quatro é importante: executar os testes com antecedência adequada, fazer teste unitário, teste integrado e teste de regressão nos processos impactados. Normalmente vamos passar uma sugestão de teste, do que precisa ser testado, o que foi impactado, e dizemos quais objetos foram modificados. Avaliar impactos fiscais, revisar dependências, integrações e documentos fiscais eletrônicos. Por enquanto o governo não falou nada sobre o SPED, então nenhum layout do SPED foi alterado por conta do CBS/IBS. Sabemos que isso não está claro, porque temos notas de débito e notas de crédito que foram criadas apenas para CBS/IBS. O governo veio mudando isso, permitindo também ter ICMS agora na versão .51, e também permitem ter PIS, COFINS e IPI. E sabemos que a informação do ICMS, IPI, PIS e COFINS vai via SPED, e o governo ainda não alterou nada para que possamos inserir esse tipo de documento lá.
Então esse é um ponto de atenção: estamos atentos e precisamos ficar de olho, porque pode ser que o governo mude e seja necessário incluir esses documentos no SPED — por enquanto, nada foi feito pelo governo. E, planejando 2027, os clientes devem preparar internamente o plano de go-live para os próximos marcos regulatórios. E aqui é um ponto importante: geralmente, no final do ano, a Rimini entra em contato com os
clientes e procura saber qual é o plano de go-live, para poder organizar a equipe interna e dar o suporte a vocês. Então é importante que vocês tenham esse plano e passem essas informações para a Rimini.
Aqui, falando um pouco da release dois: é o escopo mínimo de testes que recomendamos — obviamente não sabemos todos os cenários que vocês têm, então esta é uma visão mais macro do que precisa ser testado. A gente fala de cenários fiscais: determinação dos tributos — está determinando certo o CBS/IBS, as alíquotas, o CST, o CFOP? Isso é uma coisa que vocês precisam observar. A parte de compra já pode ser testada: price, entradas, impostos, integrações, vendas: toda a parte de pricing, faturamento, documento de saída, o próprio faturamento, emissão de nota fiscal eletrônica; e, para quem emite CT-e, também tem que fazer o teste, porque o CT-e também tem CBS/IBS. Contabilização: aqui já entra o processo de contabilização, validar os lançamentos contábeis, crédito, e fazer as reconciliações. E, por último, um teste de ponta a ponta, que vocês precisam fazer: teste integrado, desde a compra até a venda do produto, para visualizar se o fluxo todo está funcionando perfeitamente. Então, o que a Rimini faz nisso é desenvolver, aplicar as alterações da solução no ambiente de desenvolvimento e fornecer a documentação e instruções. A gente procura colocar o máximo de informação possível no documento de entrega, instruções, e faz comunicações de próximos marcos e materiais que serão disponibilizados.
Isso é uma forma de comunicar o que está por vir para o cliente, o que ele precisa fazer: garantir o acesso ao ambiente, fazer o transporte, as configurações, e validar as entregas recebidas; executar os testes e validar o processo; decidir o go-live em produção, quando vai ser feito o go-live, e fazer essa comunicação para a Rimini, porque assim conseguimos nos planejar e ajudar vocês no suporte do go-live.
Aqui vou falar um pouco sobre o padrão de comunicação. A gente sempre reforça isso em todo Webinar: o padrão de comunicação, os canais de relacionamento com a Rimini. Basicamente, temos o pré-delivery, que a gente chama de “pre-delivery”, que é a comunicação inicial, onde colocamos um resumo do que está por vir, o que vai ser essa entrega. Geralmente vai com survey, e o cliente deve responder se vai querer ou não receber essa entrega. Para a reforma tributária, a gente reforça que não há muita opção — é importante que o cliente aceite tudo relacionado à reforma tributária, porque é um desenvolvimento feito em cadeia, então uma coisa fica dependente da outra. Mas existem outras entregas legais que são opcionais. Tivemos recentemente um ajuste para exportação: nem todo cliente tem exportação, então só os poucos que precisavam receberam essa entrega legal. Então vai haver as duas situações: ou vai ser a reforma tributária, que é importante que vocês aceitem e respondam no pré-delivery, ou vai ser algo específico de um cenário que não se aplica.
E depois do pré-delivery vem o delivery, que seria a entrega da solução, onde temos dois documentos: basicamente, installation instructions e note summary. Em um dos documentos vai a lista de requests que foram criadas, ou que vocês disponibilizaram, para a gente fazer; e no outro documento vai o detalhe do que foi feito e as orientações do que vocês precisam fazer — se precisam fazer alguma configuração, isso vai nesse documento, como funciona a solução, se criamos um campo novo ou um processo novo, a gente explica como funciona. Então esses detalhes vão estar lá. Existe ainda outro tipo de comunicação, que chamamos de “others”, que são comunicados gerais — por exemplo, quando vai ter webinar, essas atualizações do governo que chamamos internamente de “doc only”, informações que podem ser úteis para vocês. A gente faz uma limpada em tudo o que sai de comunicação, e aquilo que achamos que é relevante mandar, a gente manda como “others”. Aqui, outro ponto importante: essas comunicações no e-mail saem de uma caixa específica do SAP, que é o “SAP LATAM”.
Essa caixa de e-mail é de onde saem as comunicações da Rimini. Então é importante que vocês configurem o e-mail de vocês, que é esse endereço, como remetente seguro (safe sender), para poderem receber as comunicações, e é por lá que vocês vão responder às surveys e ter ciência de tudo aquilo que está sendo feito por nós. Então é importante que vocês monitorem, leiam e respondam a todos esses comunicados. Temos também os canais de atendimento no Street Central: se vocês tiverem algum erro, podem abrir um case lá no Street Central; se tiverem alguma dúvida, até sobre entrega, podem abrir um case e fazer a pergunta, que teremos o maior prazer em responder e deixar tudo claro. Se tiverem sugestões também, podem entrar em contato conosco e dar uma sugestão. Então tá ai o Web page, que é o Street Central.
Speaker 3
Teremos o maior prazer em responder e deixar tudo claro. Se tiverem sugestões, também podem entrar em contato conosco e nos enviar suas contribuições. Está aí o webpage do Street Center. Agora eu volto a palavra para o Wesley.
Speaker 2
Obrigado, Felipe. Muito obrigado, de verdade, por ter nos brindado nesta manhã com uma excelente visão das entregas, book de testes e comunicações. Obrigado mesmo pelas informações compartilhadas.
Pessoal, agora eu quero responder a uma pergunta que ouvimos muito dos clientes:
“Tudo bem, a Rimini entrega a solução, comunica, mas quem me ajuda a implementar tudo isso dentro do prazo?” É justamente esse tema que vamos abordar agora nos próximos minutos. Trata-se do nosso Professional Services. Como consigo transformar tudo isso em realidade? Como executar essas mudanças? Tudo o que comentamos até agora. Deixe-me explicar de forma bem direta: a Rimini entrega a solução da Reforma Tributária, como falamos até aqui. Esse é o nosso compromisso. Esse é o nosso DNA. Mas colocar essa solução em produção, dentro do prazo, é um projeto à parte. É uma responsabilidade que o Felipe acabou de mencionar, e que pertence ao cliente. É aí que nosso time de Professional Services entra em campo.
Nossos consultores SAP atuam desde o início da Reforma Tributária. Muitos deles possuem mais de 20 anos de experiência trabalhando com SAP, com forte conhecimento fiscal, implementação, testes e cobertura de cenários.
Quando começamos a falar de testes, isso é uma ciência. Existem questões de abrangência e profundidade. Nossos consultores estão preparados para esse tipo de discussão e alinhamento com o cliente, podendo propor soluções, cenários e análises muito mais profundas. Esse é o dia a dia deles. Eles conhecem a solução e sabem como colocá-la em produção junto aos nossos clientes. Na prática, vocês recebem um pacote completo. Isso é verdade. Porém, a análise de impacto, o desenho fiscal, as configurações mencionadas pelo Felipe, os ajustes no próprio sistema, dependendo do pricing, os impactos entre objetos e suas correlações, tudo isso faz parte do dia a dia de uma implementação. Os testes end-to-end, por exemplo: onde começam, onde terminam, qual é a sequência correta, qual a massa de testes adequada. Tudo isso gera uma complexidade muito grande quando falamos de questões fiscais. Temos também apoio na validação fiscal, nas NF-e, NFS-e, CT-e, documentação, plano de transporte e apoio ao go-live.
O plano de transporte pode parecer algo simples quando falamos dessa forma, assim como o apoio ao go-live. Mas quem vivencia a realidade dos nossos clientes sabe que existe uma enorme complexidade por trás desses temas. Falamos de dependências, análise de riscos, governança dedicada e de um time que fala a língua do cliente, estando do outro lado da mesa. Na Rimini, nos colocamos muito nesse papel, entendendo as dores dos clientes. É necessário falar essa língua, entender o dia a dia, compreender a governança e realmente ajudar o cliente a implementar aquilo que recebeu. E aqui eu preciso ser muito claro sobre prazos. Quando falamos da Release 2, a nossa F10, a janela para negociação vai até 30 de agosto.
Prestem atenção nisso. Se sua empresa possui restrições de recursos ou profissionais especializados, algo muito comum, nós podemos ajudar vocês a cumprir esses prazos. Já para tudo o que se refere à Release 3, estamos realizando propostas até o final de outubro. Então, fiquem atentos. Se o cliente fez uma jornada gigantesca para chegar até aqui e receber esse pacote, esse “último quilômetro” da implementação, que envolve uma governança enorme, precisa ser tratado com muito cuidado.
Se a preparação interna de vocês estiver apertada, este é o meu recado: nós implementamos junto com vocês. Quem ainda não possui Professional Services contratado, converse com o Marcelo Forte. O Marcelo é um grande especialista no mundo SAP. O e-mail dele está no rodapé deste slide. Obviamente, compartilharemos esta apresentação juntamente com o recap.
Esta sessão está sendo gravada. Vale muito a pena conversar com o Marcelo e com o time de PS enquanto ainda há tempo. Não queremos que nenhum dos nossos clientes passe por dificuldades nesse último trecho da jornada. Foi um prazer falar com vocês. Estou me juntando a esta equipe e sou fã da Rimini há muitos anos. Tenho mais de 25 anos de experiência no mercado SAP e espero apoiar vocês nesta jornada tão importante. Espero que, quando tudo isso passar, possamos até sentir saudades desta fase. Agora passo a palavra ao Eduardo Borba para os lembretes finais e encerramento. Muito obrigado. Contem comigo. Estou totalmente à disposição de vocês. Meu e-mail também será enviado em alguns minutos. Um abraço e uma boa Reforma Tributária a todos.
Speaker 1
Obrigado, Wesley. Obrigado, Veloso, pela explicação. Como sabemos, existe muita ansiedade em torno desse tema e, obviamente, o material que estamos apresentando aqui não é exaustivo. Ele é importante, mas não cobre todos os aspectos. Eu queria apenas reforçar alguns pontos. Tudo o que estamos apresentando como datas e previsões de entrega faz parte do nosso roadmap e representa o nosso melhor planejamento. Mas existe uma grande volatilidade no cenário. Portanto, não podemos considerar essas datas como definitivas.
Por exemplo, o Veloso comentou sobre entregas previstas para setembro e outubro. Esse é o nosso planejamento atual, mas ele pode sofrer alterações.
Para dar um exemplo, o famoso Ajuste 49 teve uma alteração publicada ontem, e uma nova publicação deve ocorrer hoje, alterando a obrigatoriedade de determinados tipos de operação. Temas como venda para entrega futura ou recusa de entrega passam a valer a partir de 1º de janeiro. Portanto, ainda temos informações para analisar, comunicar e, eventualmente, produzir correções.
Estamos diante de um cenário de alta volatilidade. Por isso, assumimos o compromisso de manter as informações sempre atualizadas e à disposição de vocês. Como mencionei no início, esta é uma sessão gravada. Os slides e a gravação serão disponibilizados para todos vocês. O que estamos propondo é um acompanhamento contínuo das informações. Além disso, é possível que uma sessão mensal não seja suficiente para todos. Por isso, quero reforçar também os canais de comunicação.
Vocês têm contato com os gerentes de conta, com o time de suporte e com o Professional Services. Mas peço encarecidamente que utilizem o Street Center.
Esse é o nosso portal de relacionamento com clientes e o nosso principal canal de comunicação do suporte. Registrem ali todos os problemas, erros ou dúvidas encontradas. O que temos observado estatisticamente é que a maior parte das interações recebidas via cases ou chamados está relacionada a configurações ou dúvidas. Esse continua sendo o melhor processo. E por que eu peço que cada erro ou pergunta seja registrado individualmente? Porque precisamos ter rastreabilidade.
Estamos entregando uma solução utilizada por diversas empresas, e precisamos ter histórico, identificação e rastreamento adequados. Portanto, concentrem seus registros nos chamados de suporte. Se você possui apenas uma dúvida, também pode abrir um case do tipo “Perguntas e Respostas”. Ele pode não ter prioridade elevada, mas será respondido pelo nosso time. Também reforço o que o Veloso comentou: Vamos solicitar informações sobre o plano de entrada em produção para que possamos ter nossas equipes preparadas para acompanhar vocês.
Fazemos isso desde o ano passado. Inclusive, há equipes que ficam em regime de prontidão 24×7 durante algumas viradas importantes.
Portanto, mantenham essa comunicação aberta conosco. Este não é um cenário simples para ninguém. Nosso papel é acompanhá-los durante toda essa jornada.
Temos pouco tempo, mas acredito que ainda conseguimos fazer uma rápida rodada de perguntas e respostas. Então já passo a palavra diretamente ao Veloso.
Sem mais delongas, selecione as perguntas que conseguirmos responder.
Speaker 3
Ok, Borba. Tranquilo.
Vou começar respondendo algumas perguntas.
No último webinar também não conseguimos responder todas, mas depois gravamos uma sessão complementar e enviamos o material para vocês.
Provavelmente faremos o mesmo caso não consigamos responder todas hoje.
Pergunta: Estamos com dificuldades para incluir novas conditions. Existe expectativa de inclusão de novas conditions nos esquemas de cálculo do Imposto Seletivo nos próximos pacotes?
Resposta: Sim.
Ainda estamos falando de Imposto Seletivo, que ainda não entrou oficialmente. Para empresas sujeitas ao regime monofásico, provavelmente também existirão novas conditions.
O governo criou diversos grupos para IBS e CBS, incluindo Ad Valorem. Portanto, sim, teremos novas conditions.
Pergunta: A Rimini não entregou as alterações em MM em 2026, alegando não haver obrigação acessória. Estamos em agosto e ainda não temos cenários entregues. Quais são as expectativas?
Resposta: A entrega de MM foi realizada agora na F10.
Peço que verifiquem se responderam ao survey dentro do prazo.
A maior parte dos clientes já recebeu essa entrega.
Pergunta: Qual a previsão para entrega da F/F2?
Resposta: A previsão continua sendo até 10 de setembro.
Antes disso, precisamos finalizar a correção do CNPJ Alfa (F02).
Pergunta: A Rimini entregará alguma solução de apuração assistida?
Resposta: Estamos estudando o tema.
O governo começou a disponibilizar algumas APIs relacionadas à CBS, mas ainda não existe informação suficiente para desenvolvermos uma solução.
Portanto, neste momento, apuração assistida não faz parte do roadmap.
Estamos acompanhando a evolução do tema.
Pergunta: Novos layouts de NFA estão contemplados em qual pacote?
Resposta: Apenas uma correção: não estamos entregando novos layouts de NF-e.
Estamos entregando os modelos e ajustando elementos de dados para permitir o cadastro das novas categorias de documentos fiscais.
Por exemplo, notas de telecomunicações, que precisam ser cadastradas corretamente para permitir o aproveitamento de créditos.
Pergunta: É possível mover as requests para produção sem alterar a emissão atual das notas fiscais?
Resposta: A dúvida não ficou muito clara para mim.
Caso possa fornecer mais detalhes, agradeço.
Acredito que já estamos no limite do tempo disponível.
As demais perguntas serão respondidas posteriormente e compartilhadas por meio das nossas comunicações oficiais.
Speaker 1
Perfeito, Veloso. Obrigado. Vamos encerrar por conta do nosso limite de tempo. Agradeço a todos pela participação. Como o Veloso comentou, ainda temos algumas perguntas para responder e elas serão tratadas posteriormente. Todo esse material será disponibilizado. Vi também diversas perguntas sobre a disponibilização dos slides e da gravação. Reforço que ambos serão compartilhados, juntamente com as respostas que permaneceram em aberto.
Muito obrigado a todos pela participação e pela parceria.
Até breve. Bom dia e um excelente final de semana para todos.
Bom dia. Obrigado, pessoal.